quinta-feira, 21 de junho de 2012

Uso da Tecnologia no aprendizado

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2196



Imagem de pessoa escrevendo com caneta num Tablet
Notamos que com o passar do tempo a tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço em nosso cotidiano. As mudanças acompanham as grandes buscas de recursos que podem beneficiar pessoas.

Devido a essas mudanças, a forma que obtemos conhecimento também mudou, acompanhando o mundo desenvolvido.

Em sala de aula, o professor pode mostrar textos e figuras utilizando a tecnologia, ou seja, o computador, pois o maior beneficiado acaba sendo o aluno.

Isso porque, além de aprender por meio de programas desenvolvidos para fins pedagógicos, o aluno ainda tem a possibilidade de realizar pesquisas utilizando a internet.

Lidamos com a tecnologia todos os dias, dado que a televisão, a rádio e a internet, tudo isso já faz parte da nossa rotina.

O uso dela no aprendizado acaba sendo muito importante, pois a criança terá um interesse maior, e, assim, amplia os seus conhecimentos e adquire o aprendizado necessário.

A familiarização dos alunos com a tecnologia ocorre de forma rápida e eficaz.

A tecnologia causa um grande impacto na maneira como se dá o ensino e aprendizagem, mas é importante sabermos usufruir desses métodos criados para facilitar e deixar o trabalho mais leve, mais tranquilo e muito mais prazeroso.

Nos dias de hoje, lidamos com a famosa “Era Digital”, na qual as informações que precisamos acabam vindo de forma muito rápida.

A tecnologia é vista como uma ferramenta importante na vida dos alunos e dos professores e, num ambiente favorável, esses avanços tornam-se mecanismos para facilitar o aprendizado.

As escolas precisam atender as necessidades dos alunos do século XXI, formar estes cidadãos, seres humanos para que sejam participantes, ativos, informados e formadores de opinião.

Lucilene Portes é Estudante de Pedagogia e Mediadora de Informática Educacional no município de Caçapava, São Paulo.

domingo, 6 de maio de 2012

Amanhã será o início das atividades das contadoras no projeto Histórias para Inclusão no Ambulatório da APAE..

     Bom, para aqueles que ainda não sabem do Projeto Histórias para Inclusão, esse é um projeto com parceria  da APAE juntamente com a Faculdade Max Planck, propriamente dizendo com as alunas do curso de Pedagogia.
     Amanhã se inicia as atividades no Ambulatório da APAE.Sendo assim,professores, alunas e funcionários estão com grandes expectativas no desenvolvimento do trabalho realizado pelas alunas,que no projeto são chamadas de CONTADORAS.    

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Falta professor em 32% das escolas estaduais de São Paulo



Dois meses após o início do ano letivo, uma em cada três escolas estaduais da cidade de São Paulo enfrenta falta de professores. O problema afeta, principalmente, as disciplinas de arte, geografia, sociologia e matemática.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
O déficit de professores persiste mesmo após a Secretaria da Educação liberar a convocação de profissionais reprovados em exame do Estado e de outros que nem fizeram a prova.
Alunos de uma escola da zona norte relatam que só tiveram duas aulas de geografia. Outros não tiveram nenhuma aula de artes.
OUTRO LADO
Por meio de nota oficial, a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo afirmou que o levantamento feito pela Folha é "enganoso" e não reflete a realidade sobre o quadro de docentes. De qualquer forma, para aprimorar a rede, disse a pasta, será aberto novo concurso público no próximo semestre.
Editoria de Arte/Folhapress

Aulas de Educação Física com o Professor Maurício Athayde - 5º Semestre de Pedagogia ,Faculdade Max Plack.




domingo, 25 de março de 2012

MERCADANTE APONTA TRÊS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

http://www.camposebravo.com.br/noticias.asp?cod=3598


MERCADANTE APONTA TRÊS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse ontem que o Brasil é a sétima economia do mundo e caminha para ser a quinta. Segundo ele, no entanto, o País não terá reconhecimento internacional enquanto não resolver a questão da Educação, afirmou, durante almoço- debate com 270 empresários associados ao Lide Grupo de Líderes Empresariais, presidido por João Doria Jr., em São Paulo. O ministro ressaltou que o Brasil possui um atraso profundo na área de Educação e que é possível aprender com iniciativas internacionais.

Mercadante apontou três grandes desafios na área: préescola, alfabetização na idade certa e a Educação no campo. Segundo o ministro, é preciso acelerar a construção de creches, lembrando que o índice de crianças nas creches subiu de 9,4%, em 2000 para apenas 21,6% em 2010. Na pré-escola, o índice passou De 51,4% (2000) para 80,1% no ano passado. Ainda no tema de alfabetização, Mercadante afirmou que no Norte e Nordeste apenas entre um terço e um quarto das crianças são alfabetizadas na idade certa. É preciso um esforço do Brasil neste sentido e, por isso, na próxima semana, será lançado o programa alfabetização na Idade Certa e, assim, melhorar tais índices, completou.

Em relação aos professores, o ministro lembrou que é preciso melhorar sua autoestima. Hoje temos dois milhões de professores, sendo que 600 mil não possuem graduação e outros 300 mil ainda estão terminando os estudos. Ele lembrou que o piso atual, de r$ 1.451 é pouco mais de dois salários mínimos. não vamos ter bons profissionais se não tivermos salários competitivos. Temos que vincular o pré-sal ao futuro e deixar para as novas gerações um país autossuficiente em Educação, ciência e tecnologia. Sobre a formação de mão-de- obra, Mercadante lembrou que o Brasil tem seis engenheiros para cada mil habitantes; nos Estados Unidos são 40 e no Japão, 26 para cada mil.

Em relação aos médicos, para cada mil habitantes, o Brasil possui 1,8 e os Estados Unidos, 2,4. O ministro comentou que, no caso dos médicos, o financiamento pelo Fies garante 100% de abatimento da dívida do financiamento caso o profissional trabalhe para o SUS (Sistema Único de Saúde) após formado. Ele vê uma oportunidade para parcerias público- privadas na área, e sugeriu a participação de hospitais de excelência na criação de cursos de medicina em universidades.

Durante o evento, foi realizada a 75ª edição da pesquisa de índice Lide-FGV de clima empresarial. O índice geral manteve- se igual ao da medição anterior, com nota de 6,3. A eficiência geral do governo alcançou 4,6. Em relação a situação atual dos negócios, a pesquisa revelou queda em relação a dezembro do ano passado: 49% consideram melhor contra 59% na edição anterior. Para 49% os negócios se mantiveram iguais (31% em 2011) e 6%, pior (10% na edição anterior). Na previsão para empregos (diretos e indiretos) houve pequena alteração em relação a sondagem anterior: empregar ficou com 46%, manter com 48% e demitir com 6%.

Na edição anterior, os índices foram 44%, 52% e 4%, respectivamente. Ainda segundo a pesquisa, o fator que mais afeta o crescimento é a carga tributária, com 75% das respostas. Fundado em junho de 2003, o Lide - Grupo de Líderes Empresariais possui oito anos de atuação, registrando crescimento de 700%. Atualmente são 920 empresas associadas (com os braços regionais e internacionais), que representam 46% do PIB privado nacional.

O objetivo do grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no brasil, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.

http://www.jornaldocommercio.com.br/